Para se chegar a Avalon era preciso saber o encantamento que abriria as névoas e chamaria a barca que o levaria pelo lago até à ilha. Somente os iniciados e alguns homens do povo do pântano (que conduziam as barcas) sabiam o caminho para Avalon. Quem ousasse transpor as brumas sem saber o encantamento ficaria perdido, para sempre, vagando entre os dois mundos.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Mabon (Equinócio de outono )




O equinócio é o momento em que o Sol passa pelo equador celeste, quando o dia e a noite duram
 o mesmo tempo , ao contrário dos solstícios de inverno e de verão, quando o dia é mais curto em um e mais longo no outro.


 É um tempo de equilíbrio e balanço, mas as sombras começam a dominar a luz.


É tempo agradecer a Deusa (que é a Senhora de Abundância) pela colheita que nos sustentará pelos meses escuros do Inverno, onde se festeja a abundância da Mãe Terra. e se dá graças pelo que foi colhido e caçado.


Mabon marca o começo do Outono e é também a fase de ancião do Deus Sol que se prepara para morrer...
Ele está envelhecendo e morrendo lentamente, como as plantas colhidas da Terra.


Ele doou todo o seu poder aos seres humanos através das colheitas.



É um período de morte e renovação, quando as folhas ficam douradas e as hortas se reciclam.
Esse Sabbat é simbolizado pelo espiral duplo, um vai e outro que retorna, para nos lembrar que começamos a jornada pelo ponto mais escuro do ano e que a morte sempre é seguida pelo renascimento, da mesma maneira que o Inverno sempre é seguido pelo Verão.




É o recolhimento do Deus em forma de semente no ventre da Mãe e a promessa do seu retorno.
É hora de meditar sobre os projetos, a escolha das sementes (nossos sonhos) que serão plantadas no próximo ano.

Temos que soltar, deixar ir, pessoas, sentimentos e objetos que não tem mais significado em nossas vidas, pois isso é o que impede de alcançar aquilo que queremos, quando não conseguimos compreender que cada coisa tem seu tempo.
Os temas desse Sabbat são equilíbrio e ação de graças.



Atividade: Faça uma cornucópia da Abundância
A cornucópia, é um símbolo de generosidade, boa colheita e tem implicações mágicas bem-definidas.
O próprio chifre é um símbolo fálico, representante do Deus.


O interior do chifre simboliza o útero, especialmente quando está cheio de generosidade da terra fértil, e representa a Deusa.

Como Mabon é a Ação de Graças das Bruxas, é muito apropriado utilizar esse símbolo para enfeitar nossa mesa.

Faça ou compre uma cornucópia.
Encha de frutas, flores, grãos e moedas, de forma que eles sejam derramados sobre a mesa. Acrescente outras coisas mágicas, como folhas de louro, ou fitas com cores que representem a prosperidade.


Lembre-se a magia está no ato da confecção, colocando todo o entendimento e intenção de abençoar a mesa (os familiares e amigos) com prosperidade.





                                 Bebida Mágica de Mabon
· Sidra de maçã quente;
· Canela;
 Pequenas rodelas de maçã

A maçã rege o coração e é o simbolo da Deusa, a sidra representa o eu, por si só já é uma poção de amor.

A canela, é governada pelo Sol, representa a essência solar e, ao ingerirmos esta bebida aquecida, é como se estivéssemos ingerindo a união do Deus e da Deusa.



Este é um momento para sentir a gratidão por todas as dádivas recebidas, é um momento de partilha e comunhão entre todos com um banquete de abudância em honra ao Deus. 


Nesse encontro de familiares e amigos que tem como propósito o agradecimento, é feita a passagem do Cálice da Gratidão entre os presentes.
Um Cálice repleto de vinho é abençoado e passado a cada integrante da mesa.


Conforme o Cálice passa, as pessoas vão fazendo seus agradecimentos (sem beber do cálice). Quando todos tiverem agradecido por todas as bênçãos, o Cálice é passado, eles bebem e passam adiante.


Isso continua até a Taça esvaziar, todos bebendo em amor, bênçãos e gratidão a tudo.



Devemos também pedir pelos que estão doentes e pelas pessoas mais velhas, que precisam de nossa ajuda e conforto, assim como é a época ideal para prestar homenagens a nossos antepassados femininos, queimando papéis com seus nomes no caldeirão e lhes dirigindo palavras de gratidão e bênçãos.




                              Simbolismo


Esse sabbat (Sabá no Brasil), que ocorre entre o Primeiro festival da colheita (Lughnasadh) e o Ano novo pagão (Samhain), marca o início do outono, dia santo pagão de descanso da colheita e comemoração, uma época de agradecimento aos Deuses por tudo o que foi colhido e caçado. É uma época de equilíbrio, onde o dia e a noite têm a mesma duração.


Este é o dia de ação de graças do paganismo. Data onde os pagãos honram o Deus em seu aspecto de semente e a Grande Mãe em seu aspecto de Provedora.


O nome Mabon veio de um deus Celtas (também conhecido como Angus), o Deus do Amor. Esta é a ocasião ideal para pedirmos por todos aqueles que amamos, além de todos os que estão doentes ou velhos
.
                         Costumes e tradições


É tradição reunir os amigos para um jantar, a fim de celebrar a fartura e comemorar as conquistas.


Também é costume retirar um tempo para dar uma atenção à sua casa, como consertar objetos estragados, restabelecer os estoques ou simplesmente fazer uma faxina. 


É comum em algumas tradições realizar uma bênção na casa no dia de Mabon.


As noites já começaram a ficar mais longas, desde o Solstício de Verão; aproxima-se a época da partida do Deus para a Terra do Verão, deixando a sua própria semente no ventre da Deusa, de onde renascerá (mantendo o eterno ciclo do nascer-morrer-renascer).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.




                          Ritual do Sabbat Mabon


Comece fazendo um círculo com cerca de 3m de diâmetro. No centro, erga um altar voltado para o norte. Sobre ele coloque uma vela da cor apropriada do Sabbat, um cálice com água, uma faca, um prato de sal, pó ou areia, um sino de altar consagrado e um incensório.


Enfeite o altar com a decoração tradicional sagrada, como bolotas, pinhas, malmequeres, rosas brancas e cardo. 


As flores poderão ser arrumadas em buquês ou guirlandas para o altar ou para o círculo, ou reunidas em uma coroa colocada no alto da cabeça.


Salpique um pouco de sal dentro do círculo e, então, trace-o com uma espada cerimonial consagrada ou com uma vareta, dizendo:


" COM SAL E A ESPADA CONSAGRADA EU CONSAGRO E TRAÇO ESTE CÍRCULO DO SABBAT SOB O NOME DIVINO DA DEUSA E SOB A SUA PROTEÇãO. INICIA-SE AGORA ESTE RITUAL DO SABBAT."


Acenda a vela e o incenso. Toque três vezes o sino do altar com a mão esquerda para iniciar o Ritual do Equinócio e conjurar os espíritos elementais. Pegue o punhal com a mão direita, volte-se para o leste e diga:


" OH SAGRADOS SILFOS DO AR E REIS ELEMENTAIS DO LESTE, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CíRCULO CONSAGRADO."


Volte-se para o sul e diga:


" OH SAGRADAS SALAMANDRAS DO FOGO E REIS ELEMENTAIS DO SUL, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CíRCULO CONSAGRADO."


Volte-se para o oeste e diga:


" OH SAGRADAS ONDINAS DA ÁGUA E REIS ELEMENTAIS DO OESTE, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CÍRCULO CONSAGRADO."


Volte-se para o oeste e diga:


" OH SAGRADAS ONDINAS DA ÁGUA E REIS ELEMENTAIS DO OESTE, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CÍRCULO CONSAGRADO."


Volte-se para o norte e diga: 


"OH SAGRADOS GNOMOS DA TERRA E REIS ELEMENTAIS DO NORTE, EU VOS CONJURO E ORDENO A VIR E PARTILHAR DESTE RITUAL DO SABBAT NESTE CÍRCULO CONSAGRADO."


Toque três vezes o sino e coloque-o de volta no altar. Estique o braço direito, aponte a ponta do punhal para o céu e diga:


" AR, FOGO, ÁGUA, TERRA, VENTRE DA VIDA, MORTE PARA RENASCER. A GRANDE RODA DAS ESTAÇÕES GIRA, O FOGO SAGRADO DO SABBAT QUEIMA. SOMOS TODOS CRIANÇAS DA DEUSA. E PARA ELA DEVEMOS RETORNAR."


Mergulhe a lâmina do punhal no cálice com água e, depois, no prato de sal, pó ou areia e diga: 


"ABENÇOADA SEJA A DEUSA DO AMOR, CRIADORA DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. O CALOR DO VERÃO DEVE AGORA TERMINAR. A GRANDE RODA SOLAR GIROU NOVAMENTE. QUE ASSIM SEJA!"


Toque três vezes o sino do altar para encerrar o rito, afaste os espíritos elementais e agradeça à Deusa. Desfaça o círculo de maneira levógira com a espada cerimonial ou com a vareta.


Fonte: ‘Wicca – A Feitiçaria Moderna’, de Gerina Dunwich

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Os Celtas


Os Celtas
A natureza era a companhia do homem primitivo. Ela fornecia abrigo e alimento e, em retorno, a humanidade a reverenciava. 


As religiões primitivas louvavam as pedras e montanhas, os campos e florestas, os rios e oceanos.

A Voz da Floresta é uma ponte mítica entre o mundo dos deuses e o dos homens, entrelaçado com a veneração que os Celtas tinham pelas árvores.

Como uma representação do universo, as raízes das árvores habitam o solo, o conhecimento profundo da Terra. E o tronco une as raízes ao céu, trazendo este conhecimento à luz.

A bravura dos Celtas em batalha é lendária. Eles desprezavam com freqüência as armaduras de batalha, indo para o combate de corpo nu. 


Os homens e as mulheres na sociedade Celta eram iguais; a igualdade de cargos e desempenhos eram considerados iguais em termos de sexos. As mulheres tinham uma condição social igual á dos homens sendo muitas vezes excelentes guerreiras, mercadoras e governantes.

Os Celtas transmitiram a sua cultura oralmente, nunca escrevendo a sua história ou os seus fatos. Isto explica a extrema falta de conhecimento quanto aos seus contatos com as civilizações clássicas de Grécia e Roma. 


Os Celtas eram na generalidade bem instruídos, particularmente no que diz respeito á religião, filosofia, geografia e astronomia.

O nome Bretanha deriva do Céltico. O autor Grego Pytheas chamava-lhes as “Ilhas Pretanic” o que tem origem no nome que os habitantes da ilha tinham e se chamavam a eles próprios, Pritani. 


Isto e muito mais, foi mal traduzido para o latim o que deu Brittania ou Britanni. Os Celtas migraram para a Irlanda vindos da Europa, conquistando assim, os seus habitantes originais.

O catolicismo primitivo, tal como um furacão devastador apagou tudo o que lhe foi possível apagar no que diz respeito aos rituais célticos, catalogando-os de paganismo, de cultos imorais e tendo como objetivo a adoração da força negativa. 


Na realidade isto não é verdade, os celtas cultuavam a Mãe Natureza e quando os primeiros cristãos chegaram naquela região foram muito bem recebidos, segundo pesquisadores, a tradição céltica relata que José de Arimatéia discípulo de Jesus viveu entre eles e levado até lá o Santo Graal (“Taça usada por Jesus na Última Ceia”).

A crença céltica e druídica diziam que o homem teria a ajuda dos espíritos protetores e sua libertação dos ciclos reencarnatórios seria mais rápida assim.


 Cada pessoa tinha a responsabilidade de passar seus conhecimentos adiante, para as pessoas que estivessem igualmente aptas a entenderem a lei de causa e efeito, também conhecida atualmente como lei do carma.

Não admitiam que a Divindade pudesse ser cultuada dentro de templos constituídos por mãos humanas, assim, faziam dos campos e das florestas, principalmente onde houvesse antigos carvalhos, os locais de suas cerimônias, reuniam-se nos círculos de pedra, como se vêem nas ruínas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.

Enquanto em algumas cerimônias célticas os participantes a faziam sem vestes os Druidas, por sua vez, usavam túnicas brancas. Sempre formavam os círculos mágicos visando a canalização de força. 


Por não usarem roupas em algumas cerimônias e por desenvolverem rituais ligados à fecundidade da natureza, por ignorância, por má fé ou mesmo por crueldade dos padres da Igreja, Celtas foram terrivelmente acusados de praticarem rituais libidinosos, quando na realidade tratava-se de rituais sagrados à Deusa Mãe.



Tomando posse de quase toda a Europa, os Celtas dividiram esse continente em três partes: a Central (teuts-land, q.s. terra de teut), a Ocidental (hôl-lan ou ghôl-lan, q.s. terra baixa) e a Oriental (pôl-land, q.s. terra alta); tudo o que estava a Norte dessas regiões denominavam de dâhn-mark (q.s. o limite das almas), que ía do Rio Don às Colunas de Hércules; aquele Don que os antigos franceses chamavam de Tanais e que era baliza para a ross-land (q.s. terra do cavalo = rússia).


fonte:www.misteriosantigos.com

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Arte da Magia


“A magia é a projeção das forças naturais para gerar efeitos necessários.”

Há três fontes principais de tal energia: o poder pessoal, o poder da Terra e o poder divino.
 
Ao contrário do que reza a crença popular, a magia não é sobrenatural.

 Na verdade, é uma prática oculta (escondida) imbuída em milénios de segredos, calúnias e desinformação, mas é uma prática natural que se utiliza de poderes genuínos ainda não descobertos ou catalogados pela ciência.

Há, literalmente, milhares de sistemas de magia, mesmo entre os próprios Wiccanos. 

Por exemplo, existem inúmeros modos mágicos de trabalhar com cristais, ervas ou símbolos, e combinando-os criam-se ainda mais sistemas

Na magia Wiccana, o poder pessoal é reconhecido como uma ligação direta com a Deusa e com o Deus. 

A Magia, portanto, é um ato religioso com os quais os Wiccanos se unem a suas deidades para melhorarem a si mesmos e ao seu mundo.

Isto é relevante - a magia é uma prática positiva. Os Wiccanos não praticam magia destrutiva, manipulativa ou exploratória. 

Uma vez que reconhecem que o poder actuante na magia é, em sua essência, proveniente da Deusa e do Deus, práticas negativas constituem um verdadeiro tabu.

 Magia "maléfica" é um insulto a si mesmo, à raça humana, à Terra, à Deusa e ao Deus, e ao próprio universo. As consequências podem ser imaginadas.


A energia da magia é a própria energia da vida.

Qualquer um pode praticar magia - dentro de um contexto religioso ou não. 

Se certas palavras ou gestos surgem em sua mente durante um encantamento e parecem adequados, use-os.

Se não conseguir encontrar um ritual que lhe agrade ou que seja apropriado para suas necessidades, crie um. 

Não é necessário escrever belas poesias ou criar coreografias para trinta dançarinos portando incenso e treze sacerdotisas cantantes.

Pelo menos, acenda uma vela, acomode-se diante dela e concentre-se em sua necessidade mágica. Confie em si mesmo.

Se realmente desejar conhecer a natureza da magia, pratique-a! Muitos temem a magia. Aprenderam (com não-praticantes) que ela é perigosa. 

Não tema. Atravessar a rua também é perigoso. Mas, se fizer do jeito certo, tudo bem.

Certamente, o único meio de descobrir isso é atravessando a rua. Se sua magia possuir amor, não correrá nenhum risco.

Chame pela Deusa e pelo Deus para protegê-lo e ensinar-lhe os segredos da magia. Peça a pedras e plantas que lhe revelem seus poderes - e preste-lhes atenção. 

Leia o quanto puder, descartando informações negativas ou perturbadoras.

Aprenda pela prática, e a Deusa e o Deus o abençoarão com tudo aquilo de que realmente necessita.

Fonte: “Guia essencial da Bruxa Solitária”, de Scott Cunnigham)


                                       Magia Avaloniana


Magia Avaloniana é uma forma de espiritualidade Celta assim como o Druidismo, ela visa principalmente a adaptação da espiritualidade européia ao Brasil, local onde surge. Eles são politeístas, animistas e creem na transmigração da alma. Trabalham com Reconstrucionismo Celta.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Lammas

 01 de Fevereiro) H. Sul-(01 de 
Agosto) H. Norte


É o primeiro festival dos sabás das colheitas.
Nessa data são celebrados grandes festivais pagãos: Lammas, Lughnasadh, Tailtu Games, La Festa Di Cornucopia.


O primeiro conhecido como Lammas ou Lughnasadh (lunassá) é de origem céltica e é feito em homenagem ao Deus Lugh.


Lammas, que significa “massa” começou a ser utilizado na Idade Média no lugar de Lughnasadh, por ser um dia em que os pães eram feitos com os primeiros grãos colhidos e servidos como oferendas aos Deuses.


Lughnasadh, que significa “festa ou festival de Lugh” era uma festa que comemorava os jogos funerais de Lugh, porém não a morte dele, mas sim os jogos que ele institucionalizou para honrar a morte de sua mãe adotiva (Tailtu).



 Na Irlanda, atualmente, essa data é conhecida como “Tailtu Games”. Também era a época de honrar o espírito do milho e outros cereais.



Lugh é o Deus das colheitas, do Fogo, da Luz e do Sol. Ele foi o rei dos Tuatha de Danan e consorte de Dana, a primeira Grande Mãe da Irlanda.


Uma das características dos jogos eram os casamentos de Tailtu, os casamentos informais que eram firmados por um ano e um dia ou até o próximo Lammas. 



Durante esse período, o casal decidiria se queria ficar junto ou romper o casamento para que cada um seguisse o seu próprio caminho.


 Esses casamentos foram muito comuns até os anos 1500 e as cerimônias eram geralmente solenizadas por um poeta, um bardo ou um Sacerdote ou Sacerdotisa da Antiga religião.

Outra característica era uma cerimônia de guerreiros que preparavam os caçadores da tribo nos meses vindouros para que no inverno estejam com suas despensas repletas de alimentos e energia para o seu povo.



 Nesse aspecto é o tempo de ensinar o que você aprendeu.

A Morte sacrificial e o renascimento de Lugh, assim como a colheita dos grãos simboliza que sempre o deus morrerá para nascer novamente através da benevolência da Deusa.



 Nesse aspecto é a representação do crescimento, do nascimento, da honra e do agradecimento a Deusa, pelo seu ventre que cultivou as sementes, e ao Deus pelas bênçãos e fertilização do ventre da Deusa com o seu calor. 


Tradicionalmente era utilizado o último milho da colheita e trançado para se fazer uma boneca de milho decorada com fitas (a Mãe-Milho) que era fixada no celeiro para afastar raios ou recebia um lugar de honra na lareira (que antigamente era utilizada como altar).


Para os streggas é comemorada La Festa Di Cornucópia. É o festival de Op, Deusa da fertilidade e das forças criativas, esposa de Saturno (deus Romano da agricultura).


 Na mitologia Romana é identificada como a Deusa Fauna. É uma celebração da abundância e da colheita. No Mythos o Deus está se preparando para o seu sacrifício para que o mundo continue sua caminhada.

Essa poderosa data simboliza o Fogo como o elemento mais etéreo e primitivo da Natureza. É a centelha da vida e da criação.


É o tempo que começa com a esperança de novas coisas que virão e de darmos gratidão pelo que começamos a receber dos deuses e sacrificar o que você puder para receber mais.


Fonte:www.celtastoday.com




Plantas e Ervas: Milho, cevada, trigo, centeio, olíbano, aveia, girassol, carvalho, malva-rosa, lilás, urze.

Comidas: Pão de milho, milho na espiga, pão, feijões verdes frescos, ervilhas, e arroz selvagem.


Símbolos: Milho, o pentagrama, pão e todas as iguarias assadas, o forno, vassoura, e coisas ligadas a casa, cestos cheios de milho e vegetais frescos, cascas de milho secas para se fazer bonecas de milho.



Pão de Milho (Broa) - Ingredientes:
- 3 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo;
- 1 xícara (chá) de fubá;
- 1 xícara (chá) de água morna;
- 1 tablete (15 g) de fermento fresco;
- 1 cl (sobremesa) de erva-doce;
- 2 cl (sopa) de margarina;
- 1 cl (sopa) de açúcar;
- 3 cl (chá) de sal;
- 2 ovos batidos ligeiramente;
- 1 gema;
- fubá a gosto.

Junte o fermento com o açúcar, 1 colher (chá) de sal e misture-os até ficar líquido.


Acrescente a água, 1 xícara de farinha de trigo e mexa para formar um mingau mole. Cubra com um pano e deixe crescer por 15 minutos.


Junte essa mistura com os ovos, o restante do sal, a margarina, a erva-doce e, aos poucos, adicione o fubá e o restante da farinha de trigo peneirados. 



Coloque a massa sobre uma superfície, polvilhada com fubá, e sove-a por 3 minutos. Deixe crescer novamente por 30 minutos.

Divida a massa em 3 broas e coloque-as em uma forma polvilhada com fubá.



 Faça talhos leves na superfície de cada uma e pincele-as com a gema.

Cubra-as e espere crescer por 15 minutos
. 



Em seguida, asse-as, em forno alto pré-aquecido, por 10 minutos.


Depois, abaixe para a temperatura média e retire quando dourar.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

RITO DE ADORAÇÃO E INVOCAÇÃO À MÃE LUA.



         RITO DE ADORAÇÃO E INVOCAÇÃO  À  MÃE LUA.


O Ritual da Lua Cheia é um forte, que nos coloca em sintonia com as Deusas
Você vai precisar:
- duas velas brancas - um sino - vinho - Uma Taça
Trace o Círculo Mágico. De frente ao seu altar diga:
“ESTA É A ÉPOCA DA LUA CHEIA, UM MOMENTO DE GRANDE PODER POSITIVO, UM MOMENTO DE FELICIDADE E CONQUISTA.
SOU EU, SEU FILHO, QUE EM AMOR E ADORAÇÃO, ESTOU DIANTE DE TI E COMO SEU FILHO TI PEÇO QUE ESTEJA COMIGO AGORA E SEMPRE
PERMITA-ME SENTIR SUA PRESENÇA, NESTA NOITE DE MAGIA E PODER, ME INVADINDO E ME PREENCHENDO. "
Vá ao leste com o sino. toque-o uma vez e diga:
“PODERES DO AR, AUXILIEM-ME A SENTIR A FORÇA DA SENHORA DENTRO DE MINHA MENTE. "
Vá ao sul. toque-o sino e diga
"PODERES DO FOGO, DEIXE-ME SENTIR A FORÇA DA SENHORA DENTRO DE MEU ESPÍRITO INFINITO. "
Vá ao oeste. toque o sino e diga:
"PODERES DA ÁGUA, DEIXE-ME SENTIR A FORÇA DA SENHORA DENTRO DE MEUS SENTIMENTOS, DE MINHAS EMOÇÕES, DE MINHAS RAZÕES. "
Vá ao norte. Toque o sino e diga:
"PODERES DA TERRA, DEIXE-ME SENTIR A FORÇA DA SENHORA EM MEU CORPO. "
Quando você se sentir pronto, volte-se para o norte, levante os braços para o alto acima da cabeça e diga com força:
"GRANDE MÃE! SENHORA DA LUA E DA LUZ, SEHORA DOS MISTÉRIOS E DA MAGIA, TU, QUE ILUMINAS A TERRA COM TUA INFINITA LUZ TU, E SOMENTE TU, ÉS O COMEÇO O MEIO E O FIM, ABRIGA-ME AGORA EM TEU VENTRE VENHA ATÉ MIM E PREENCHA-ME COM SUA PRESENÇA.”
Após ter dito isto, sente-se no meio do círculo, feche os olhos e concentre-se, centre-se e visualize a Grande Mãe vindo até você. Sinta a presença dela, a ponto de senti-la respirar cada vez mais próximo de você
Quando conseguir sentir a respiração dela próximo de você, então você estará pronto para confidenciar-lhe seus desejos, seus medos e tudo aquilo que quiser desabafar.
Quando terminar, diga:
"A TI, E SOMENTE A TI, DOU TODA HONRA E TODO MEU AMOR. DEUSA DA VIDA, DA LUZ E DO AMOR A TI DEUSA DE TODOS OS DEUSES...
Erga a taça com o vinho e diga:
“BRINDO A ALEGRIA DE SER SEU FILHO! "
Desfaça o Círculo Mágico.
(Extraído do livro de Scott Cunningham – Guia Essencial da Bruxa Solitária)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Merlin





"Merlim era um título dado ao sacerdote 
mais graduado na religião antiga. 

O Merlim era como se fosse o representante
masculino da Deusa, ele, juntamente com
a Sacerdotisa de Avalon, formavam o elo
entre a magia e os humanos. 

O Merlim, no início da lenda, é o Taliesin 
(aquele velho de barba branca, como ficou
imortalizado na mente das pessoas), 
Taliesin foi o Merlim da Bretanha durante muitos anos,
e teve duas filhas importantes no enredo da lenda: 
  1. Igraine (a mãe de Arthur) e Niniane 
(a Sacerdotisa de Avalon que substituiu Viviane). 
Taliesin foi também o articulador e conselheiro 
do reino de Ambrósio e Uther Pendragon.'


"As Brumas de Avalon "





Avalon


Avalon é uma ilha pertencente a Grã-Bretanha
de onde emanava todo o poder mágico que tecia
a teia do mundo, era através desta ilha que a Deusa
se manifestava. Muitas mulheres almejam em serem chamadas
para participar do serviço da Deusa, em outros termos,
serem chamadas à Avalon. Por séculos Avalon foi um lugar
de conhecimento, sabedoria, sacerdócio, destino e magia."



"A ligação de Avalon com o mundo dos homens dependia
apenas da pureza do coração que governava a terra maior,
em outras palavras, para Avalon era necessário existir
um rei puro no comando da Grã-Bretanha.
Essa ligação poderosa permitia aos seus habitantes ter
o poder da natureza em troca de seus serviços à Deusa.
Desta ilha saíram nomes celebres dos contos antigos,
o poderoso Mago Merlin, amante e tutor da Dama do Lago Vívien,
e o poderoso Rei Arthur."
As Brumas de Avalon